22 de julho de 2010

Fantoche do Meio

Por mais que eu ainda não tenha vivido muito, pois só tenho 17 anos..

Eu vejo o quão os jovens têm se perdido, as meninas estão cada vez mais fúteis e preocupadas com o corpo, e com o que vão falar dela, com o que se “tem” que ser feito e não com o que lhes cabe. E os meninos, constroem uma espécie estranha (muito estranha mesmo), pra se impor, como se houvesse uma disputa de território.. ganha o mais retardado.

Definitivamente a juventude está perdida (e eu tenho muita pena dela).
Ao longo dos anos, as gerações passadas conquistaram coisas que elas não tinham.. Liberdade de expressão, e principalmente a autonomia da própria vida (atenuo esse fato as mulheres). O que mais me deixa aflito é não conseguir atribuir culpa a algo. Será fruto do excesso de informação? Da alienação midiática? Ou talvez da necessidade de se sentir melhor e aceito nesse mundinho idiota? Ou é pelo confronto que o capitalismo selvagem impõe? Não sei.

É importante ressaltar que esse tipo de sociedade aculturada é a sociedade que regerá as regras daqui a algumas décadas e a forma que ela se estabelece hoje, incentiva a massificação e empurra o jovem para os piores caminhos: anorexia, bulimia, drogas, prisão.. É a sociedade dos vícios, inconseqüente.. Dos “rebeldes sem causa”.. nem se preocupam com o futuro deles, quiçá com o do próximo. Gente passando fome e eles curtindo na melhor boate com as melhores roupas, o mundo se explodindo, e eles ficando “alegrinhos”. Eu preferia mil vezes ter nascido em outra época! Porque eles são cegos, eles têm da cegueira branca.

11 de junho de 2010

A revolução dos Sexos

A sociedade vivencia uma das maiores revoluções dos sexos, finalmente a mulher conseguiu boa parte da batalhada igualdade, detentora do poder ser dona dela mesma. O homem durante muito tempo obteve o papel da luta e do trabalho, em quanto à mulher cabia a casa e a família.

O papel que a mulher ou o homem cumprem da sociedade é praticamente o mesmo nos tempos atuais, homens trabalham como mulher, mulheres trabalham como homem, há uma mescla enorme de significados. A tendência é que se perca essa linha que rege o sentido de homem e mulher, e que a diferença não se conceba de trejeitos ou papeis na sociedade e sim a sua forma cromossômica.

O homem que durante muito tempo foi privado das lágrimas, pois deveria ser símbolo de insensibilidade hoje chora nos filmes, e dança sem medo, amigos dizem ‘eu te amo’ sem a menor pudor. Há uma quebra de dogmas, uma liberdade maior, sem a acusação a sua sexualidade como fator determinante para a afinidade com o jeito tido como feminino. A sociedade tem se superado nesse âmbito. As mulheres, finalmente chegam perto da merecida igualdade, o poder de ser dona de seu corpo e usar ele como bem quiser, sem depender dos homens que a cercam, tendo a autonomia de dizer não ao marido, de realmente mudar a sua vida se achar viável.

A mulher de hoje é vitoriosa, pois tem que associar sua vida conjugal, de mãe, e profissional além de outras tarefas que tem que assumir. Diga-se que é um “preço” a se pagar já que êxito não é completo, mas é notável que pouco se falta para que a guerra dos sexos acabe.

21 de maio de 2010

Culpados somos nós.

A humanidade tem trilhado seu caminho para a massificação pelo culto a mídia e ao capitalismo o que leva os homens a alienação sem direito de contestar o que lhe é imposto. O homem que se acha ‘detentor de conhecimento’ tem acumulado dentro de suas múltiplas experiências falidas, o terror, o desprezo e o desamparo aos iguais, provando que quanto mais conhecimento detém mais ele se mostra como que ‘o vírus do mundo’.

O capitalismo já traz conseqüências hoje. A desigualdade social, a concorrência e o individualismo são problemas já percebidos, causados pelo neoliberalismo, e mesmo sabendo de todos os riscos se continua no mesmo erro. A mídia tem papel fundamental na massificação. Tanta propaganda e informação dão-nos a impressão que temos o direito de escolha quando na verdade não temos. Ao mostrar corpos longilíneos, famílias felizes ou expressões de liberdade em propagandas de roupas, margarina ou cigarros, faz-se a sociedade se sentir culpada por não ser daquela forma, por não ter consigo aquilo que é exibido. ( e essa é a palavra, ou melhor, verbo. rs)

Essa alienação alicerce do sistema, necessita de alguém mandando e alguém trabalhando para se manter firme lucrando em cima da ignorância dos demais, aplaudida pelos 'chefes' e políticos que se aproveitam em ano de eleição da péssima educação fornecida pelo governo, favorecendo seus interesses pessoais.
O capitalismo é uma das maiores mazelas do mundo. Parece que o termo 'humano' foi perdido e corrompido pela busca ao dinheiro.

(...)

Assim segue a humanidade, sem rumo e sem querer consertar o errado, apenas apodrecendo pela gana e pela cobiça.